Mexicano tem o pênis mais longo do mundo

Roberto Esquivel CabreraRoberto Esquivel Cabrera quer agora que seu "dom" seja reconhecido pelo Guinness Books

Roberto Esquivel Cabrera, 52 anos, deve ser o próximo dono do recorde de maior pênis do mundo. O mexicano, de Saltillo, possui um "instrumento" de 48.2 centímetros. Sua virilidade é tão longa que vai bem abaixo do joelho.
Cabrera quer que seu "dom" seja reconhecido pelo Guinness Books, mas apesar disso ele não pretende ficar com o título por muito tempo. Segundo o mexicano, o tamanho do seu pênis atrapalha na hora de arrumar emprego e também na hora de namorar, já que as mulheres ficam com medo do "equipamento".
Uma tomografia tridimensional verificou se existia algum tipo de truque ou prótese, mas de acordo com especialistas de um centro de saúde em Saltillo, Coahuila, onde os exames foram feitos, a hipóstese foi descartada.
Médicos especialistas dizem que Cabrera pode optar por fazer uma redução e assim passar a ter uma vida menos conturbada.
Antes de sua pretensão de ter o pênis mais longo do mundo, acredita-se a honra pertencia a um homem americano chamado Johan Falcon cuja "masculinidade" media 34 centímetros.
Tomografia de Roberto Esquivel Cabrera 

Jornalista da Globo é demitido após vazamento de vídeo íntimo com Carol Muniz

A ex musa do Bahia, Carol Muniz, comemorou em seu Instagram a demissão do acusado de divulgar um vídeo íntimo em que falava sobre seu relacionamento com o presidente da CBF Marco Polo Del Nero. Na internet, os seguidores da modelo especulam que o autor do crime seja Thiago Asmar, repórter da rede Globo que foi demitido nesta sexta-feira (10).

No Instagram, Carol afirma o criminoso trabalhava em uma rede de comunicação. “Eu sabia que dentro de uma instituição, de uma das maiores empresas de comunicação do mundo, não ia ser permitido um criminoso”, comemorou.

O jornalista deletou o Twitter, e, até então, não comentou a situação. A modelo não acusou Asmar publicamente, mas também não desmentiu quando questionada pelos seguidores. “Nós não merecíamos um criminoso entre nós!”, concluiu na rede social.

 


Fonte: Bahia Notícias

Eliminado com 78% dos votos, Fernando revela que ficará com Amanda após o BBB

O produtor cultural Fernando foi o último eliminado do Big Brother Brasil 15 antes da grande final. O carioca deixou o reality com 78% dos votos do público após disputar a vaga na casa com Amanda.
 
Eliminado com 78% dos votos, Fernando revela que ficará com Amanda após o BBB"Um dia vocês vão rir disso tudo. Talvez hoje mesmo. Ninguém foi tão centrado desde o início. Seduziu a todos aí dentro. De A a Z. A de Aline, Amanda, Angélica, Adrilles. Vista o seu melhor sorriso. Você vai precisar dele. Vem, malandro! Você sabe de quem eu estou... Fernando", brincou o apresentador Pedro Bial ao convocar o brother a deixar o reality. Em entrevista a jornalistas após a eliminação, Fernando garantiu que vai ficar com Amanda, mas deve procurar Aline para conversar.
 
"Ela fez com que eu gostasse dela. Eu tinha uma coisa mal-resolvida. Conversamos e percebi que ela gostava muito de mim. Acabei me envolvendo", comentou. Ele admite que o triângulo amoroso o fez ficar mal visto pelo público, mas fez questão de se defender.
 
"De coração, eu não fui manipulador. Eu convivo com todos os tipos de pessoas, de todas as classes sociais. Aqui fora eu não tenho problemas de relacionamento com ninguém e lá dentro não foi diferente. Eu me relacionei bem com todo mundo. A todo momento eu pensava nas pessoas que poderiam chegar à final e me achava forte. Eu não tenho essa coisa de articular. Se fiz isso não foi por maldade", afirmou. Ele fez pouco caso, ainda, da declaração para a loira na noite do último sábado (4).
 
"Acabei bebendo um pouco mais da conta. A questão é que as pessoas colocam um peso muito grande na expressão 'eu te amo'. Eu amo um monte de gente. Se tivesse mais amor, não teria guerra", concluiu.

Fonte: Bahia Notícias

Prisão da top model mais famosa do país gera polêmica no Paquistão



Adiala, 23, foi acusada de lavagem de dinheiro ao carregar mais do que o permitido por lei; ela pode ficar até 14 anos detida

Reprodução da conta de Ayyan no Instagram: ela é maior top model paquistanesa
Há duas semanas, a prisão Adiala, em Rawalpindi, abriga uma detenta peculiar: a top model paquistanesa Ayyan Ali, de 23 anos.

Ela foi presa em 14 de março no aeroporto de Islamabad, acusada de lavagem de dinheiro: os US$ 500 mil em sua mala excediam o limite legal de dinheiro que pode ser transportado para fora do país, estipulado em US$ 10 mil.
A modelo nega a acusação e diz que o dinheiro foi adquirido legitimamente com a venda de imóveis e que ela não tinha conhecimento das regras aduaneiras.
Promotores disseram que, se condenada por tráfico de divisas, a modelo pode ser obrigada a pagar uma multa pesada e enfrentar uma pena de prisão de 14 anos.
Após duas semanas de disputas legais, um pedido de fiança foi negado no final de março e Ayyan Ali deve permanecer presa por mais tempo.
A imprensa paquistanesa tem especulado se ela está sendo favorecida dentro da prisão. Presídios paquistaneses são conhecidos por terem uma "cultura VIP".
Um jornal sugeriu que ela está num quarto mobiliado com TV e geladeira, além de usar um vestido novo a cada dia e teria recebido um tipo especial de celular que consegue burlar o sistema do presídio que impede ligações.
Maior modelo paquistanesa
Conhecida simplesmente como Ayyan, ela iniciou sua carreira nas passarelas aos 16 anos e, rapidamente, se tornou a modelo paquistanesa mais conhecida e bem sucedida. Especulou-se, até, que ela representaria o Paquistão no concurso Miss Universo. Ela também é cantora e vídeos podem ser vistos no Youtube.
Autoridades prisionais negaram à BBC que a modelo está sendo favorecida. Segundo elas, Ayyan vive em um bloco com 10 outras presidiárias e pode se encontrar com parentes duas vezes por semana, seguindo leis locais
Modelo pode ficar até 14 anos presa por causa do crime
Modelo pode ficar até 14 anos presa por causa do crime
A maioria das outras presidiárias está envolvida em crimes como tráfico de drogas e até assassinato. Segundo detentas, a modelo passa a maior parte do tempo deitada na cela e, às vezes, conversa com outras presidiárias. Ela pode comprar comida da cantina e emprestar livros da prisão.
Não há regras sobre como as detentas devem se vestir - o que significa que ela pode usar qualquer vestido que quiser. Somente condenados vestem uniforme da prisão. Autoridades também disseram que ela pediu celas conhecidas como categoria B, devido a sua formação. O ministro do Interior tem autoridade para transferir prisioneiros para condições de categoria B.
De acordo com o código penal do Paquistão, detentos que concluíram 14 anos de educação são aptos a condições da categoria B, onde têm direito a um funcionário e cela com melhores condições. Mas isso só é permitido em casos criminais o que, provavelmente, não seria aplicável a ela.
Estima-se que Adiala Jail tenha cerca de 4,5 mil presos. É uma das maiores prisões do país e já esteve no centro de diversas polêmicas, incluindo Rimsha, uma jovem cristã acusada de blasfêmia, que acabou sendo libertada.
A prisão está sob pressão devido as condições de presos e o tratamento de determinados detentos.
Fonte: Último Segundo IG

Delcídio Amaral segue no radar dos investigadores como possível vínculo do esquema na Petrobras com a gestão tucana

O depoimento do principal delator da Operação Lava Jato levantando suspeitas de que a empresa francesa Alstom - envolvida também no escândalo do cartel de trens em São Paulo - pagou propina ao senador Delcídio Amaral (PT-MS) quando este chefiava a Diretoria de Gás e Energia da Petrobras pode revelar um elo entre os governos do PSDB e do PT no esquema de corrupção desmantelado na Petrobras.
O senador Delcidio do Amaral (PT-MS) (Arquivo)Delcídio ficou fora da primeira leva de inquéritos abertos pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, no início de março, mas a passagem pela estatal, a ligação com personagens presos na Lava Jato, sua trajetória política e o depoimento do delator Paulo Roberto Costa reforçam a probabilidade de que o esquema de corrupção revelado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ter sido, na verdade, continuidade de supostos desvios ocorridos na gestão de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso.
A pista mais recente está na petição do procurador Geral da República, Rodrigo Janot, em que ele ressalva que o papel de Delcídio - assim como nos demais casos arquivados - pode ser reanalisado e reproduz os principais trechos do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
Dia 2: Empreiteira da Lava Jato atrasa Rodoanel e pode perder contrato até fim do mês
Delcídio foi diretor de Gás e Energia da Petrobras entre 2000 e 2001, período em que Paulo Roberto Costa também trabalhou no setor como gerente-geral de Logística de Gás Natural. Costa não apresenta provas, mas sob o compromisso de abrir o jogo no acordo de delação, fala da negociata em vários trechos do depoimento.
Num deles afirma que “por meio de comentários nesta área de Gás e Energia”, tomou conhecimento que a compra envolveu Delcídio, e os ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, preso atualmente no Paraná, e a Alstom. A negociação teria sido fechada depois de acertado “pagamento de um valor alto como propina para que saísse a compra das turbinas”.
O delator afirmou que a situação de emergência gerada pelo apagão de 2001 - uma mancha na gestão tucana - foi usada para alavancar “um contrato bilionário”, sem licitação, diretamente entre a estatal e a Alstom, cuja decisão foi tomada por Delcídio e executada por Cerveró.
“Era de conhecimento interno da Petrobras, que teria havido um acerto para viabilizar este contrato e que a propina paga pela Alstom teria sido destinada a Nestor Cerveró e Delcídio Amaral”, afirma o delator, acrescentando uma informação que, se verdadeira, extrapola os negócios da política: “Não teria sido este dinheiro, aparentemente, destinado a qualquer campanha política”. Costa e o doleiro Alberto Youssef eram os responsáveis pelo repasse da propina a campanhas e políticos, mas não souberam apontar detalhes sobre a suposta propina ao senador.
O senador Delcídio do Amaral (PR-MS) não é formalmente investigado na Operação Lava Jato, mas informalmente ainda é considerado suspeito. A decisão pelo arquivamento, segundo fontes do Ministério Público Federal, é provisória, o que significa que, se no decorrer das investigações surgirem indícios dando credibilidade ao depoimento do delator, Delcídio se tornará alvo de um novo inquérito.
Procurado pelo iG, o senador não retornou. Quando seu caso foi para o arquivo, no início de março, ele comemorou afirmando que a decisão de Janot era uma prova a seu favor e chegou a afirmar que a denúncia estava “morta e sepultada”. Disse que o episódio, baseado em “por ouvir dizer”, foi usado por seus adversários desde 2002.
Mas não é bem assim. Os procuradores do grupo de trabalho que atua ao lado de Janot estão em busca de outros dados que joguem luzes na gestão de Delcídio e de sua influência na estatal, onde tinha “entrada livre” e notório poder de influência, segundo relatam Costa e o doleiro Alberto Youssef.
Perfil suprapartidário
Um detalhe que tem chamado a atenção dos investigadores é o perfil político polivalente de Delcídio, que foi filiado ao extinto PFL e conseguiu dominar um poderoso setor da Petrobras com o apoio do PT e do PMDB em pleno governo do PSDB. Quando deixou o cargo para disputar, em 2002, uma vaga ao Senado, segundo Costa, em função da parceria na compra das turbinas da Alstom, Delcídio já era conhecido como “padrinho” de Nestor Cerveró.
O ingresso no PT do Mato Grosso do Sul, com o apoio do deputado Vander Loubet (PT-MS) - investigado na Lava Jato a pedido de Janot -, deu ao senador um lustre ideológico numa época que o então governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, era o único interlocutor do partido junto a Fernando Henrique e pavimentou o caminho para a Petrobras.
O trânsito foi fundamental para que Delcídio fosse catapultado da Secretaria de Habitação e Infraestrutura do governo do Mato Grosso do Sul, em 1999, para a diretoria de Gás e Energia da Petrobras. O perfil híbrido que o liga às duas forças políticas mais importantes o blindaria politicamente, mas o distanciaria do núcleo do PT em 2005, quando presidiu a CPI do mensalão. Internamente era visto um misto de petista tucano.
Um dirigente do PT nacional ouvido pelo IG - que pediu para não ser citado - se disse surpreso com as declarações do delator Paulo Roberto Costa e informou que os advogados do partido irão analisar a passagem de Delcídio na Petrobras durante o governo tucano. O PT pode encontrar aí um argumento forte para mostrar que não inventou a corrupção na estatal.
Ligações antigas
Ao vencer a eleição para o Senado, em 2002, o poder de Delcídio aumentou na Petrobras ao ponto de indicar e bancar a nomeação de Cerveró no comando da diretoria Internacional já no início do governo Lula. Isso significa, conforme o delator, que Delcídio apadrinhava Cerveró, que usava o operador Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, que faria chegar a propina ao PMDB. 
Foi por conta de suas antigas ligações com o ex-senador Jader Barbalho (PA), desde a construção da Usina de Tucuruí, que Delcídio se aproximou do PMDB para chegar a secretário-executivo do Ministério das Minas e Energia e, nos últimos cinco meses do governo Itamar Franco, ministro da pasta no período de transição para a gestão de Fernando Henrique.
Costa conta que Cerveró só cairia em desgraça quando surgiram os primeiros questionamentos sobre a desastrada compra da Refinaria de Pasadena - da qual é o principal responsável pelas irregularidades. Ainda assim, graças ao amparo de Delcídio, ele seria deslocado para a Diretoria Financeira da Petrobras Distribuidora, de onde só sairia por cair em contradição com Dilma no depoimento que prestou à antiga CPI da Petrobras e, meses depois, pela prisão.
Logo depois de assumir o mandato no Senado, em 2003, Delcídio enfrentaria a primeira suspeita de recebimento de propina da Alstom. Uma ação aberta na Procuradoria da República do Distrito Federal por abuso de poder econômico na campanha do ano anterior traria a tona a compra de uma das turbinas, a que seria usada na Termo-Rio, em cujo negócio a Petrobras teria sido lesada em US$ 22 milhões.
A denúncia do MPF diz com todas as letras que parte do dinheiro supostamente desviado foi repassado pela empresa francesa a Delcídio e destinado a despesas de sua campanha e de outros políticos de Mato Grosso do Sul. A denúncia foi arquivada por falta de provas.
Onze anos depois, Paulo Roberto Costa forneceu a procuradores e ao juiz Sérgio Moro detalhes que podem ligar os fios. Segundo ele, a demora no uso das turbinas compradas da Alstom “a um custo substancial” e em caráter de emergência chamou sua atenção e de outros funcionários da área técnica porque os equipamentos ficaram longos anos “encostados” no almoxarifado da Petrobras.
Costa diz que o negócio não fazia sentido por causar prejuízos a Petrobras tanto pela depreciação do valor das turbinas quanto pela defasagem tecnológica dos equipamentos. A maior parte das turbinas só seria usada entre 2004 e 2008.
O delator dá, então, sua interpretação ao que estaria por trás de um aparente negócio malfeito: “Pelo contexto dos fatos, chega-se a conclusão de que a Petrobras adquiriu uma quantidade muito maior de turbinas do que o necessário”, diz Costa, afirmando que uma compra feita na emergência do apagão embutia, na verdade, o pagamento de propina ao senador e a Cerveró.
Gestão
O período de Delcídio na Diretoria de Gás e Energia também foi marcado por sérios problemas de gestão. O engenheiro gaúcho Ildo Luís Sauer, atualmente diretor do Instituto de Eletrônica e Energia da Universidade de São Paulo exerceu, entre janeiro de 2003 e setembro de 2007, o mesmo cargo de Delcídio na Petrobras e lá encontrou o que poderia ser chamado, no mínimo, de um descalabro administrativo.
Em apenas três contratos auditados - El Paso, Enro e MPX, esta última do empresário Eike Batista, amigo e financiador da campanha do senador -, a Petrobras sofreria prejuízos da ordem de US$ 2,5 bilhões se Sauer não tivesse encaminhado os casos para análise das comissões de arbitragem da Petrobras. As perdas foram reduzidas, então, para cerca de US$ 1 bilhão. No caso do negócio com a Alstom, a alternativa foi aproveitar os equipamentos para por termoelétricas em funcionamento. Procurado pelo iG, Sauer explicou que seu papel foi exclusivamente de gestão, para reduzir custos à estatal, e que não cabia a ele investigar se havia irregularidades.
Em 2007, depois de uma contenda com o próprio Delcídio - e frustrado com as posições do Palácio do Planalto -, Sauer deixou o cargo. Por coincidência foi exatamente nesse período que a estatal colocou em andamento os grandes investimentos em infraestrutura e PP, PT e PMDB, implantavam um novo estilo de controle político na Petrobras, mais agressivo porque tornava sólido o cartel das empreiteiras que monopolizariam as obras mais importantes da petroleira.
A ordem interna em todas as diretorias era não mexer em contratos fechados na gestão de Fernando Henrique Cardoso. Se irregularidades fossem encontradas, os tucanos é que se explicassem. A orientação era não repetir erros do governo anterior, o que foi seguido à risca: o novo esquema era bem diferente, mas mais feio.
Fonte: Último Segundo IG

Após discussão, PM de folga mata vizinha e atira em mulher grávida, em SP

PM e vítimas discutiram sobre a propriedade de um imóvel; grávida passou por cesária de emergência e bebê sobreviveu

Após uma discussão entre vizinhos um cabo da Polícia Militar matou a tiros uma mulher, de 39 anos, e ainda acertou dois tiros em uma mulher grávida e um em um adolescente. O caso aconteceu na noite deste domingo (22), no Jaçanã, na zona norte de São Paulo.
Gabriela estava grávida de 6 meses. Ela passou por cesária e bebê foi salvaSegundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), a advogada e farmacêutica Jurema Bezerra da Silva, 39 anos, estava na casa da mãe, que é vizinha do polícial, quando ouviu o cabo Gilson de Souza Teixeira, de 31 anos, discutindo com um dos filhos sobre a propriedade de um imóvel da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). Como não era a primeira discussão entre a família e o PM, Jurema já teria saído de casa com o celular na mão para filmar a ação e entregar as imagens à Corregedoria da coorporação.
De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, registrado no 73ºDP (Jaçanã), o PM teria entreado em em seu carro Pálio Vermelho e atropelado Jurema. O filho dela, então, teria arremessado pedras contra o para-brisas e o vidro traseiro do veículo.
O polícial então saiu novamente do veículo e atirou. Os disparos atingiram Jurema, o filho, de 17 anos, e a nora Gabriela Rocha, de 18 anos, que estava grávida de 6 meses. As vítimas foram levadas ao hospital Luiz Gonzaga, também no Jaçanã. Jurema, que foi atingida por três disparos na região do tórax, não resistiu e morreu a caminho do hospital. Gabriela foi atingida na barriga e no rosto. Ela passou por uma cesária de emergência para retirada da bebê que ela estava esperando. Mãe e filha estão internadas em estado estável, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. O adolescente foi atingido de raspão no pé, foi atendido e liberado.
Ainda de acordo com o Boletim de ocorrência, o policial foi detido e será encaminhado ao presídio da PM Romão Gomes.
A PM informou que o cabo estava de folga e se envolveu em uma discussão com usuários de drogas, que atiraram pedras no policial. Ele teria atirado para se defender e os disparos atingiram as duas mulheres e o adolescente.
Fonte: Último Segundo IG

Gays, BBB e Valesca Popozuda estão na mira de defensores de intervenção militar

"Vá pedir amizade para o capeta, repórter safado!", diz líder de um dos maiores grupos da iniciativa, equivalente a um golpe

Os defensores da intervenção militar, parte da massa que tomou as ruas do País no último 15 de março, têm como alvo principal, segundo seus próprios brados, a corrupção. Olhando mais de perto para os grupos pró-intervenção - que nada mais é do que um golpe, segundo juristas -, outros "inimigos" aparecem: homossexuais, a imprensa, criminosos comuns e até o Big Brother Brasil (BBB) e a funkeira Valesca Popozuda.
Além do comunismo, frequentam a linha de tiro dos militaristas o "afrocomunismo", o Foro de São Paulo (grupo que reúne políticos de esquerda da América Latina), a presidente Dilma Rousseff (PT), os senadores Aécio Neves (PSDB) e José Serra (PSDB), os ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dentre outros.
"Não adianta gritar: “Fora PT”, “Fora Dilma”,. Tem que gritar: “Fora Foro de São Paulo; Fora PT; Fora Dilma; Fora Aécio; Fora FHC; Fora Serra; Fora Lula; Fora Unasul; Fora todos os partidos políticos", diz mensagem publicada nesta semana na linha do tempo do Intervenção Militar 2014.
Uma das maiores comunidades fechadas do movimento, o Intervenção tem 50 mil integrantes, e assim como as demais, é contra o impeachment de Dilma, já que a medida seria um farsa montada por PMDB, PSDB e PT. Também é contra a reforma política, considerada um golpe do PT. A reportagem procurou três de seus administradores, mas nenhum respondeu aos contatos.
Além do antipartidarismo, o elogio à violência integra a linha do tempo do Intervenção. Nesta quinta-feira (19), um participante festejava as Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) por, segundo uma reportagem, ser a polícia que mais matou nos dois primeiros meses de 2015 no Estado de São Paulo.
"Parabéns", diz a postagem. "Obrigado por honrar as pessoas de bem da verdadeira sociedade, limpando o lixo que alguns preferem como vida!!!".
Nesta semana, mensagens de apoio ao intervencionismo e de ataques a políticos dividiam a linha do tempo com um quiz. "Pergunta à ala masculina: dessas três mulé da política, [em] qual delas você teria coragem de dar uma jebada?", diz uma postagem de um integrante publicada nesta quarta-feira (18). O texto acompanha as fotos da senadora Gleisi Hofmman Hoffmann (PT-PR) e das deputadas federais Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS).
A postagem remete à afirmação do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), feita em dezembro passado, de que não estupraria Maria do Rosário porque ela "não merece". O pepista é um dos poucos políticos retratados sob uma ótica positiva, embora sua postura esteja sendo considerada dúbia demais pelo movimento.
"Por que será que o Bolsonaro não diz uma 'palavra' em favor da intervenção militar (?)", questionou um integrante do Intervencionistas Brasil, que tem 8,6 mil participantes, na terça-feira (17).
O grupo é administrado por Rogério Prevedel. Em vídeo divulgado na página do Facebook nesta semana, o autoentitulado patriota militar da reserva não-remunerada convoca os participantes a enviar cartas aos comandantes regionais das Forças Armadas com um pedido de intervenção e a realizar um "pré-alistamento" via e-mail do grupo. A ideia é formar, segundo ele, "um grupamento de milhares e nossa tendênica é chegarmos a milhões de pessoas undas a um só ideal."
Para que o objetivo seja atingido, recomenda outro integrante do Intervencionistas, é preciso mudar a "imagem de terror" que os "esquerdistas" criaram contra os militares. O argumento é ilustrado com uma foto de dois homens fardados, cacetetes em punho, perseguindo um civil.
"Bons tempos em que bandidos, terroristas e comunistas eram tratados como bandidos, terroristas e comunistas", diz a legenda.
Procurado pela reportagem, por meio de sua conta no Facebook, Rogério Prevedel mostrou-se indócil. "Vá pedir amizade para o capeta, repórter safado, comunista do inferno", escreveu. Antes, houve outra tentativa de aproximação com o administrador da comunidade intervencionista. "Não trato com comunistas, principalmente com os 'idiotas úteis' - são todos ratos, uma casta inferior", destilou.
Afinal, conforme outra participante do Intervencionistas publicou recentemente, "no reino vermelho, a inversão de valores impera". Prova disso são o BBB, considerado cultura, e Valesca Popozuda,  chamada de "pensadora contemporânea" numa prova escolar no ano passado. Ambos são alvo comuns das críticas postadas em outros grupos militaristas.
A "inversão de valores esquerdista" também é responsável pelo entendimento de que os gays são oprimidos, avalia essa participante do Intervencionistas, e a defesa do casamento homossexual, escreveu outra, é uma ferramenta para enfraquecer a família, com o objetivo de permitir ao do Foro de São Paulo implantar o comunismo no Brasil.
iG procurou um segundo administrador do Intervencionistas. Adolf Menzel, que define o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) como um "bosta" e quem vota nele, "filho da puta", desejou apenas "boa sorte com suas mentiras de hoje" à reportagem.
No Movimento para Intervenção Militar (MIM) São Paulo, que tem 6,8 mil membros, a morte de um suposto criminoso enforcado em uma janela foi postada na quinta-feira (19), junto a uma imagem de Maria do Rosário, acusada de defender ladrões.
É do MIM também a crítica ao que é definido como "afrocomunismo", que estaria configurado numa suposta proposta do governo Dilma de confiscar parte dos rendimentos dos brancos que ganham mais de R$ 9 mil para destinar os recursos aos negros.
Um dos administradores do MIM, Welcio Matozo - que foi cordato com a reportagem - alega que nem tudo o que é postado na página é de responsabilidade do grupo, e nega racismo.
"Existe [é] o PT pregando diariamente o vitimismo. Veja, eles falaram que quem estava na manifestação era a elite branca", diz Matozo. "Outra data ouvimos o [ex-presidente] Lula falar que a 'presidanta' não é um nordestino ignorante. E mais de uma vez ouvimos o Lula falar que o nordestino é feio e pobre", argumenta.
Imagem divulgada no Intervencionistas Brasil, de PredezelO artigo 142 da Constituição, que autorizoria uma intervenção militar segundo os partidários da ideia, não tem nenhuma menção a essa hipótese, e subordina as Forças Armadas ao Presidente da República.
Qual a diferença, então, entre a intervenção e um golpe militar? É que a Pátria, hoje, com a participação do PT, já estaria ameaçada por forças externas, inclusive haitianas.
"Está tudo às claras. O PT não faz mais questão de esconder. Forças das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs) treinando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) aqui dentro do Brasil. As fronteiras abertas e 20 mil haitianos dentro do Brasil. O [líder do MST, João Pedro] Stédile falando que vai mandar o exército dele pra cima do povo", enumera Matozo. "E vocês acham que intervenção constitucional é golpe?"
Fonte: Último Segundo IG

Na Índia, 600 alunos são expulsos após pais serem flagrados 'passando cola'



Mais de 1,4 milhão de estudantes fizeram o exame que define se os alunos poderão ou não continuar seus estudos na Índia

Indianos escalam prédio escolar para passar cola para estudantes na cidade de HajipurCerca de 600 alunos indianos foram expulsos da escola nesta sexta-feira (20) por fraudar um exame com ajuda de seus pais. Os pais foram flagrados escalando os muros da escola para passar "cola" para os estudantes. 
O caso aconteceu no Estado de Bihar, na região leste da Índia. Mais de 1,4 milhão de estudantes do 10° ano da educação básica fizeram exames nesta semana. O resultado do teste define se os alunos poderão ou não continuar seus estudos. 
Os professores e funcionários do Departamento de Educação do Estado, responsáveis por supervisionar o exame, flagraram centenas de estudantes com pedaços de papel e livros durante a prova.
"É praticamente impossível realizar exames justos sem a cooperação dos pais", disse PK Shahi, ministro da Educação de Bihar. Ele disse que não era possível monitorar os 6 milhões de pais e responsáveis que acompanham os alunos até os centros de exame.
Cerca de 24 pessoas foram detidas por passarem cola para estudantes, mas todos foram liberados após algumas horas.
Fonte: Último Segundo IG

Avianca impede que clientes embarquem em voos já pagos à agência de turismo



Avianca Internacional contraria Código de Defesa do Consumidor e impede passageiros de embarcarem em voosClientes compraram pacotes pela Time Brazil, empresa que não efetivou pagamentos com aérea; Hotel Urbano garante que todos os embarques que intermediou serão 

Cerca de 1.200 consumidores que compraram pacotes de viagens com a agência de turismo Time Brazil (ROD2) correm o risco de não embarcar nas próximas semanas para Miami e Orlando (nos Estados Unidos), Lima (Peru) e San José (Costa Rica). O Hotel Urbano comercializou 1.700 pacotes de viagens, utilizando os serviços da operadora Time Brazil, que não teria feito o pagamento à Avianca pelas passagens aéreas.
Na iminência de absorver o prejuízo pelo não pagamento das passagens aéreas pela Time Brazil, a Avianca começou a impedir o embarque dos consumidores dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Já para garantir que a viagem fosse efetivada em sua totalidade, o Hotel Urbano foi à Justiça e impetrou uma liminar obrigando o embarque nos voos da Avianca. Desses 1.700 consumidores, cerca de 500 fizeram a viagem por conta dessa liminar, segundo informou o Hotel Urbano.
A Avianca recorreu da referida medida cautelar e a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revogou a liminar concedida ao Hotel Urbano. Assim, a Avianca teve liberação da Justiça para impedir o embarque.
O Hotel Urbano informa que é importante frisar que essa questão judicial não está prejudicando os consumidores. "O Hotel Urbano está acompanhando de perto cada embarque e pagando – pela segunda vez – todas as passagens relacionadas aos passageiros que a Avianca está deixando, de forma arbitrária, no chão. Todos os clientes foram e serão embarcados normalmente“, diz a o Hotel Urbano em nota.
Claudia Almeida, advogada Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), alerta que a conduta da Avianca está errada porque pune os consumidores. “Não existe isso que a Avianca está fazendo, pois contraria o Código de Defesa do Consumidor [CDC]. A responsabilidade dos fornecedores nessa relação de consumo é solidária, ou seja, todas as empresas são responsáveis.”
A advogada explica que quando a Avianca autoriza a compra das passagens, via negociação com a Time Brazil, não pode mais suspender unilateralmente os embarques porque não recebeu os valores. “Se fez parceria com uma empresa que não trabalha de forma honesta, o problema é da Avianca, que não pode repassar o risco de seus negócio para o consumidor. Esse episódio é lamentável pela postura da empresa aérea e porque o juiz que derrubou a liminar desconsiderou totalmente a existência do CDC, que foi feito para proteger o consumidor em situações assim”, alerta a advogada do Idec.
O Hotel Urbano afirma que a Time Brazil está com dificuldade em fazer os pagamentos, mas que sempre honrou seus compromissos no passado. “Só em 2014, vendemos 7.600 pacotes intermediados pela Time Brazil o que significa que temos uma relação saudável, sem qualquer problema. A empresa passa por dificuldades e vamos cobrar dela, mas minha obrigação é defender o consumidor e fazer com que ele chegue ao seu destino”, pondera Roberta Antunes é cofundadora e diretora operacional da agência online de viagens Hotel Urbano.
“A partir do momento que eu emiti vouchers para a Time Brazil e a Avianca emitiu as passagens, todos nós somos responsáveis pelos consumidores. Nossa liminar foi no sentido de garantir que o consumidor conclua toda a sua viagem e não seja penalizado porque a Time Brazil não fez o pagamento”, afirma Roberta .
Em nota, a Avianca reforça “que não tem a intenção de prejudicar os interessados em serem transportados por ela e, por tal motivo, informa que a postura da ROD2/Time Brazil, por não ter apresentado até o presente momento os dados de contato dos passageiros em questão, impedindo que os mesmos sejam alertados sobre a sua inadimplência, obriga a Avianca Internacional a tornar este fato de conhecimento de toda a população, sendo necessário que os clientes da ROD2/ Time Brazil/HOTEL URBANO entrem em contato com a agência para a regularização de seus bilhetes, pois as reservas foram suspensas”.
Time Brazil diz que reformulação do Hotel Urbano tornou modelo inviável e elevação do dólar prejudicou operações
Em nota, a Time Brazil informa que, em setembro do ano passado o Hotel Urbano, seu principal parceiro comercial, mudou a forma dos repasses dos pagamentos já agendados e futuros, prejudicando gravemente o fluxo de caixa.
"Com esta mudança a parceria tornou-se insustentável, nos obrigando a retirar todas nossas ofertas do ar e não mais lançarmos novas ofertas, fato esse que agravou ainda mais nossa situação. Tentamos diversas vezes chegar a um acordo com o Hotel Urbano para a nova forma de pagamento ser aplicada apenas a novas ofertas e não retroativamente, pois entendíamos que esta mudança deveria ocorrer com a devida antecedência e com ciência e aprovação de ambas as partes. Infelizmente o Hotel Urbano foi irredutível e avisamos que este modelo seria inviável. Mais ainda, nosso fluxo de caixa foi extremamente comprometido pelo lançamento de duas ofertas entre Junho e Agosto de 2014 para Orlando que foram publicadas com regulamento errado. 
Resultado, a Time Brazil sustentou um grande volume de novos passageiros para 2014 com tarifas bem maiores do que o previsto.
Então, com o advento da crise cambial, aliado ao não retorno de investimentos realizados bem como a mudança da forma nos repasses promovida pelo Hotel Urbano e duas ofertas erradas, chegamos à situação atual. 
Ressaltamos que o Hotel Urbano realizou grande parte dos pagamentos, entretanto seguindo o novo critério por ele estabelecido. Buscamos investidores para suprir nosso déficit, e também créditos nos bancos, mas não obtivemos resultados e mesmo com o repasse do Hotel Urbano, a situação financeira continuou muito delicada que culminou na dificuldade de quitação integral das faturas junto às companhias aéreas.
Ressaltamos que todos os bilhetes emitidos por nós, foram feitos de forma legal dentro do sistema IATA/BSP e dentro das regras estabelecidas e com o crédito que a nós foi disponibilizado. Não houve nenhuma irregularidade, tanto que os bilhetes foram devidamente validados e entregues aos passageiros.
Recebemos as companhias aéreas para chegarmos a um entendimento, inclusive efetuando pagamento de alguns bilhetes diretamente para a Avianca e reembolsando outros passageiros da Copa. Ressaltamos que em nenhum momento nos recusamos a efetuar o pagamento.
Esclarecemos a situação às cias aéreas e pedimos tempo para propor um acordo, entretanto fomos surpreendidos com a decisão do cancelamento dos bilhetes já emitidos e entregues aos passageiros."
Consumidor pode conseguir liminar para viajar
O artigo 34 do CDC determina que os fornecedores de produtos ou serviços respondam solidariamente pela oferta. Claudia, do Idec, explica que o consumidor que ainda pode viajar, pois a data da partida não chegou ainda, pode recorrer à Justiça para obter uma liminar que obrigue a Avianca a fazer o embarque. “O consumidor deve ir até o Juizado Especial Cível, entrar com uma ação de ‘obrigação de fazer’, com pedido liminar para que a Avianca seja obrigada a prestar o serviço aéreo. Para isso, é preciso levar todos os documentos que comprovem a compra do pacote, vouchers, bilhetes e tudo que documente a aquisição”, explica a advogada.
No caso de um consumidor não conseguir embarcar, Claudia afirma que é possível entrar com ação de indenização por danos morais e materiais (prejuízos). “As ações de danos morais e materiais até 20 salários mínimos não precisam de representação de um advogado e podem ser feitas no Juizado Especial Cível também. Para valores que superem os 20 salário mínimos, é preciso contratar um advogado. Caso o consumidor ganhe a causa, as custas com o advogado também devem ser ressarcidos pela empresa responsabilizada”, ensina Claudia. 
Fonte: Último Segundo IG

Americana esfaqueia mulher grávida para roubar bebê



Vítima foi a casa de mulher para comprar roupas de bebê anunciadas online quando foi atacada no Estados Unidos

Uma americana é suspeita de ter esfaqueado a barriga de uma mulher grávida e roubado o bebê.
A vítima, que estava grávida de sete meses, sobreviveu, mas seu filho morreu.
A grávida havia ido à casa da suspeita para comprar roupas de recém-nascidos que haviam sido anunciadas on-line no site Craigslist.
 Dynel havia perdido filho bebê e estaria grávidaA suspeita, Dynel Catrece Lane, também dizia estar grávida e levou o bebê até o marido dizendo que ele havia nascido antes do tempo.
Ela perdeu um filho de 1 ano e meio há cerca de dez anos, quando ele se afogou em um laguinho de peixes. Ela tem mais dois filhos e, segundo o jornal The Longmont Times-Call, a polícia afirma que ela pode ter doenças psiquiátricas.
O jornal afirma que, segundo uma ONG que lida com crianças desaparecidas, houve 17 roubos de fetos nos Estados Unidos desde 1983.
"Quando ela entrou na casa, foi atacada, espancada e seu bebê foi arrancado da barriga dela", disse o comandante da polícia de Longmont, no Colorado, Jeff Satur.
A vítima conseguiu ligar para a ambulância, mas estava praticamente inconsciente quando os policiais chegaram.
"Ela me cortou", diz a mulher, com uma voz atordoada na gravação do serviços de emergência. "Estou grávida."
Ainda não se sabe se a suspeita, de 34 anos, estava grávida e havia sofrido um aborto ou se nem sequer estava grávida.
Segundo o jornal, quando o marido da mulher viu o bebê roubado, ela disse que havia sofrido um aborto espontâneo. David Ridley, então, levou os dois para o hospital. Mas a criança não sobreviveu.
Segundo a publicação, Dynel admitiu que roubou o bebê da barriga da vítima.
Ela foi presa sob suspeita de homicídio de primeiro grau, agressão e abuso infantil resultando em morte.
Autópsia
Mas, para concluir as acusações, é preciso determinar se a criança chegou a viver fora do útero da mãe. Se sim, a mulher pode ser acusada de homicídio.
Segundo policiais, suspeita afirmou que havia sofrido um aborto espontâneo
O marido disse à polícia que ouviu o bebê dando seu último suspiro, segundo o Times-Call - o que comprovaria que ele estava vivo.
Uma autópsia será feita nesta sexta-feira.
A mãe, segundo as autoridades, está alerta e consegue responder às perguntas da polícia. Os agentes estão, agora, procurando outras mães que possam ter respondido ao anúncio de vendas on-line. 
Último Segundo / BBC BRASIL

Bebê dado como morto volta à vida após ser abraçado pelos pais; veja como ele está hoje

Hoje, os gêmeos têm quase cinco anos e um irmãozinho caçula, Charlie
O casal australiano Kate e David Ogg tentou por anos ter um filho e assim que receberam a notícia de que eles teria gêmeos foi recebida com muita felicidade. No sexto mês de gravidez os bebês nasceram prematuramente e um deles sofreu complicações. 

Jamie nasceu no dia 25 de março de 2010, e a irmã, Emily, nasceu dois minutos depois. Os pais ficaram preocupados que ao nasceu Jamie não fez barulho nenhum, ao contrário da irmã que chorou bastante. Em entrevista ao Daily Mail, a mãe dos gêmeos disse que, quando percebeu, uma equipa de aproximadamente de 20 médicos estava em volta do bebê. "Ele parou de respirar e quase não tinha mais batimentos cardíacos. Depois de 20 minutos, os médicos pararam de tentar reanimá-lo", disse.

Kate contou que um dos médicos se sentou na ponta da cama e perguntou se os pais haviam escolhido um nome para o bebê. Em seguida, ele informou que não havia mais nada para ser feito. O bebê ainda suspirava e mãe escolheu não desistir. Foi quando ela pegou o bebê dos braços do médico e pediu que todos saíssem e o colocou sobre o peito. E pediu para que o marido tirasse a camisa e abraçá-lo também."Nós explicamos a ele que tinha um nome e uma irmã gêmea que ele precisava cuidar. E contamos o quanto tentamos tê-lo", explicou.
Foi quando a criança deu um suspiro e abriu os olhos e mãe percebeu que Jamie tinha voltado a respirar e segurava o dedo do pai. "Se tivéssemos deixado o médico levá-lo, Jamie estaria morto. Hoje, os gêmeos têm quase cinco anos e um irmãozinho caçula, Charlie".
Ainda segundo a mãe, ele adora dizer: 'Quando nasci eu era gordinho e os gêmeos eram magrelos. Jamie também estava morto, mas agora ele está vivo'. Na entrevista, Kate conta que na primeira vez que a filha, Emily, soube o que tinha acontecido após o nascimento de Jamie começou a chorar e abraçar o irmão. 

Os médicos ficaram preocupados com a possibilidade de Jamie ter paralisia cerebral, em decorrência da falta de oxigênio no cérebro. Mas a criança não teve sequelas e nenhum problema de saúde se manifestou depois. Atualmente, a família levanta fundos para a Miracle Babies Foundations, que ajuda bebês que nasceram prematuros e doentes.
Fonte: iBahia

Médico se desespera e chora após perder paciente de 19 anos

A situação foi flagrada por outro médico que comentou sobre a humanização dos profissionais da área
Geralmente os médicos estão acostumados com o falecimento de seus pacientes, o que não impossibilita dos mesmo se emocionarem com a situação gerada, como foi o caso de um médico na Califórnia, após perder um paciente de 19 anos. O momento foi fotografado por outro médico que postou em seu Facebook com a legenda: “O homem na foto não pôde salvar um de seus pacientes”, o que gerou muitos comentários na internet.
‘NickMoore911’, homem que postou a foto, falou em sua rede social sobre o que aconteceu com o seu colega de profissão. “Embora este seja um fato comum no nosso campo de trabalho, os pacientes que perdemos são tipicamente velhos, doentes, ou uma combinação dos dois. O paciente que morreu tinha 19 anos e, para ele, foi como uma daquelas ligações que atingem você”, postou Moore.
Segundo o programa de TV ‘News Chanel’, Nick ainda comentou sobre a humanização dos médicos. “Acho que as pessoas deveriam saber que os médicos são tão humanos quanto os pacientes, e essa imagem é a coisa mais forte que vejo em algum tempo”, explicou.
Fonte: iBahia

Conheça o ‘Golpe da Panela’ – já fez várias vítimas na Bahia

É bom ficar atento para não ser surpreendido com o “Golpe da Panela”, como está sendo conhecido. Muita gente já foi enganada no interior da Bahia. Há relatos de pessoas de várias cidades que já sofreram o golpe.
panelasSegundo o site 97NEWS, uma mulher da cidade de Brumado, interior da Bahia, relatou que ficou muito desconfiada de um casal que chegou num carro branco, numa rua próxima a sua Residencia. Segundo ela, eles diziam ser uma promoção imperdível do Shop Time. Se dizendo de Goiânia, a mulher muito bem trajada e com um falar elegante, procurou convencer as mulheres, que acabaram desconfiando da promoção, já que o preço das panelas é muito menor do que o anunciado na mídia.
O golpe consiste numa clonagem de cartão, além da compra ser efetuada duas vezes. As panelas ficam com a vítima, mas o prejuízo é muito maior do que se imagina, porque o cartão é clonado e imediatamente utilizado para várias compras pelos golpistas.
Na última segunda-feira (16), quatro pessoas foram presas por suspeita de praticar o “Golpe da Panela” no município de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. De acordo com informações da 77ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar), Laerte Gomes, 27 anos, Estevan Marocline Brueschak, 23, os irmãos Thiago Marcus, 30, e Leandro Marcus Morlim, 22, todos portugueses e vindos da cidade de São José do Rio Preto-SP, foram encaminhados para o DISEP (Distrito Integrado de Segurança Pública). Com eles os militares apreenderam 7 máquinas de passar cartão, notas, recibo, tablets e celulares. Ainda segundo informações, os estelionatários usavam dois carros, uma Hyllux branca e um Punto vermelho, nas ações. Esta é uma quadrilha que atua em todo o Brasil.
Como o golpe acontece?
Em depoimento a vítima informou que, os golpistas faziam o teste de riscar e bater as panelas, para mostrar que não arranha e não amassa. Eles também ofereciam brindes e quando a pessoa negociava o valor e passava o cartão, aparecia uma mensagem na maquineta informando que estava sem sinal. Neste momento o cartão era clonado e a compra era efetuada. Posteriormente os criminosos pegavam outra máquina e a compra era aprovada saindo até comprovante.
— Liguei para o cartão e tinha o registro de duas compras de 1.200 reais, neste caso estaria pagando por duplicidade. Uma maquineta é modificada, falsa e adulterada.
Ainda de acordo com a vítima, existem vários integrantes que participam do golpe, que se revezam entre eles para confundir as vítimas.


Fonte: Simões Filho Online

Xuxa teria sido pivô de saída de Ivete Sangalo da Globo

Xuxa teria sido pivô de saída de Ivete Sangalo da GloboA cantora Ivete Sangalo será substituída por Sandy como jurada do reality show Superstar, da Globo. No entanto, de acordo com o site Notícias da TV, a rescisão do contrato não foi amigável. De acordo com a publicação, a baiana teria se desentendido com a emissora por causa da amizade com Xuxa Meneghel.
 
Quando a apresentadora deixou a Globo pela Record, a nova casa de Xuxa exibiu um vídeo em que Ivete a parabeniza pela contratação. O vídeo foi exibido pelo Domingo Espetacular e, nele, a cantora diz que a Record é "uma casa querida". "Alô, Record, que sorte, agora vocês têm a loira mais amada do Brasil", disse. Apesar da saída da Globo, Ivete continua no comando do programa Superbonita, no canal pago GNT.

Fonte: Bahia Notícias

Tiririca é condenado por parodiar música de Roberto Carlos em campanha

Tiririca é condenado por parodiar música de Roberto Carlos em campanhaO deputado federal Tiririca (PR-SP) e o diretório regional do PR foram condenados por parodiar a música "O Portão", de Roberto e Erasmo Carlos. A canção fez parte da campanha eleitoral do deputado em 2014 e foi questionada pela gravadora EMI Songs do Brasil Musicais LTDA., detentora dos direitos da composição. Na ação, a EMI havia pedido R$ 30 mil de indenização. O deputado, na campanha, substituiu os versos "eu voltei, agora pra ficar. Porque aqui, aqui é meu lugar" por "eu votei, de novo eu vou votar. Tiririca, Brasília é o seu lugar", o que levou ao processo. De acordo com a decisão judicial, os réus não poderão utilizar a obra em seus anúncios e terão que pagar pelo uso indevido, além de "despesas processuais e honorários advocatícios", o que equivale a 10% do valor da condenação. Veja o vídeo da campanha abaixo:


Fonte: Bahia Notícias

Reajuste no ICMS aumenta preço da gasolina na Bahia a partir de abril

Reajuste no ICMS aumenta preço da gasolina na Bahia a partir de abrilA partir de 1º de abril a gasolina ficará mais cara na Bahia.  Com o reajuste no Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) o preço de compra e revenda do combustível deve subir entre R$ 0,12 e R$ 0,13. O reajuste de 3% na alíquota do ICSM foi aprovado em dezembro de 2014 na Assembleia Legislativa (AL-BA). Em contato com o Bahia Notícias, o presidente do Sindicombustíveis do estado, José Augusto Costa, afirmou que ainda não sabe quanto ficará o valor final repassado ao consumidor. “Como no Brasil o preço do combustível é oligopólico, sai de uma única fonte, a tendência é que o empresário, comprando mais caro, também repasse com um valor maior. É a lei do mercado”, analisou Costa.

Fonte: Bahia Notícias